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Castelo de Alter Pedroso
Fortificação de origem islâmica, conquistada em 1160 por D. Afonso Henriques com auxílio dos Cavaleiros Templários, aos quais foi doada.
Construído em alvenaria de xisto à fiada e argamassa de cal, conserva apenas troços de muralha sem ameias entre três cubelos de planta circular e ainda vestígios de um quarto cubelo.
Imóvel de Interesse Público, 1982
Seda, Alter do Chão
Estado Português, sob gestão do Município de Alter do Chão
Castelo de Seda (Muralhas)
O monumento é impropriamente designado como castelo, uma vez que consiste nos remanescentes de um troço da cerca urbana, o que caracteriza Seda como uma povoação fortificada.
O conjunto consistiu numa cerca urbana da qual subsistem troços de muralha em alvenaria de xisto à fiada, argamassada em cal, sem ameias, unindo três cubelos de planta circular, e os vestígios de um quarto. Estes vestígios encontram-se entre hortas e quintais das habitações da rua do Castelo, do lado Leste, e em uma encosta abrupta que já é propriedade agrícola praticamente devoluta.
O primitivo povoamento humano desta região remonta a época pré-histórica, de que são testemunho cerca de uma dezena e meia de antas ali identificadas. A presença romana na região é testemunhada pela Ponte de Vila Formosa, erguida entre o século I e o século II, e marcos miliários de uma estrada.
Alguns autores admitem que a primitiva fortificação da povoação remonte a um castro dos Lusitanos, ocupado por tropas romanas que sobre ele teriam erguido uma fortificação, o que não se encontra comprovado.
Chegaram até aos nossos dias um troço da muralha medieval, reforçado por cubelos, em precário estado de conservação. Esses vestígios encontram-se classificados como Imóvel de Interesse Público, por Decreto publicado em 26 de Fevereiro de 1982.
Janela Renascentista Geminada
Um dos vários vestígios do casario da época, ao redor da praça principal, data de Séc. XVI.
Moldura com colunelos de cada lado, de dupla arcada em granito que assenta no mainel cuja coluna (base; fuste; e capitel) é em mármore.
Cronologia: Séc XVI
Largo do Pelourinho
Símbolo da autonomia municipal.
Com estilo Manuelino, tem uma cantaria de granito, coluna com fuste espiralado e elementos vegetalistas. Esfera armilar em ferro.
No Séc. XX esteve desmontado durante alguns anos. Foi reconstruído com erro na posição dos troços do fuste.
Cronologia: Séc. XVI (Provavelmente no momento do novo foral de Alter do Chão, atribuído por D. Manuel em 1512).
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